6/04/2013

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ALTO PARANAÍBA – MINAS GERAIS (01 de junio de 2013)
A inicios de mayo de este año, la Justicia de Minas Gerais emitió una orden de desalojo que fue cumplida de forma cruel e arbitraria en 24 horas por la Polícia Militar en el município de Serra do Salitre Estado Minas Gerais, Hacienda Porto Seguro (actual Campamento Chico Mendes). La reintegración de propiedad expedida e cumplida en esa época prohibía a las familias de cosechar los alimentos cultivados e autorizaba al  proprietario a cosechar los alimentos y depositar en el juzgado, para posterior decisión del juez. Sin embargo, las famílias retiradas del campamento deben tener por lo menos el derecho a cosechar los alimentos que sembraron, entre esos maíz, fríjol, ahuyama,  quiabo, yuca y ají– pues estas famílias estaban acampadas desde el 22 de enero de 2012 em una área abandonada que no producía nada. 
La audiencia de conciliación en agosto de 2012 con el Juez Dr. Otávio de Almeida Neves, representantes Del INCRA (Instituto Nacional de Colonización y Reforma Agraria), del ITER (Instituto de Tierras Del Estado de Minas Gerais), del Ministério Público, MST y los proprietarios de la hacienda, fue suspendida, pues, el abogado del proprietario acusó al Juez de haber sido parcial y así hasta una segunda audiencia, la propiedad del área quedaria en manos del MST. A finales del mes de marzo el proprietário más aproximadamente 20 hombres armados invadieron el campamento, rompieron la cadena del  portón, quemaron varias carpas, quemaron la bandera del movimento y destruyeron varios cultivos de los acampados. En este sentido, el MST pide que se haga Justiça.

Assim, após o terceiro adiamento do julgamento de Adriano Chafik, assassino confesso no Massacre de Felisburgo, onde 5 camponeses foram mortos, cerca de 200 famílias do MST vindas do Alto Paranaíba, Norte de Minas, Centro Oeste, Grande BH e Triângulo Mineiro, ocuparam novamente a fazenda na manhã do dia 20 de maio de 2013. A ocupação tem como principais objetivos, dar o direito às famílias de colherem o que plantaram, reivindicar o quanto antes o julgamento e condenação de Chafik, repudiar as ações arbitrárias de reintegração de posse em Minas Gerais e garantir a reforma agrária para as famílias acampadas. Enfim, dar um basta às injustiças cometidas no campo.

O MST repudia a posição do chefe de obtenção de terras do INCRA de Minas Gerais pela sua posição em relação à Fazenda Porto Seguro, pois, quando procurado pelo proprietário para negociação, não demonstrou interesse em adquirir a área para reforma agrária, facilitando assim a criação dos conflitos.

No local, há seguranças armados contratados pelo fazendeiro para impedir os sem-terra de escoar a produção e ameaçar despejar as famílias. Uma das poucas conquistas dos acampados até agora foi a de que o Juíz do município de Patrocínio reconhecesse que não é de sua competência julgar questões agrárias e, após determinar que a colheita não fosse nem do fazendeiro e nem dos sem-terra, enviou o caso para a Vara Agrária em Belo Horizonte. Com isso, resistimos e aguardamos a decisão da Justiça. Quem planta tem o direito de colher, sobretudo em terra improdutiva como na área ocupada.

REFORMA AGRÁRIA POR JUSTIÇA SOCIAL E SOBERANIA POPULAR.
Fotos do acampamento Chico Mendes na Fazenda Porto Seguro no Alto Paranaíba


O MST repudia todas as injustiças cometidas contra os trabalhadores rurais sem-terra em Minas Gerais.

Polícias Civil, Militar e Seguranças Armados a serviço do fazendeiro

Fotos: MELO, V. M. e VIEIRA, W.


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